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Dicas para a alimentação de fim de ano

http://www.materdei.com.br/, 13/12/2016 22h45

 
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Quando o final do ano se aproxima, muitas pessoas tendem a exagerar na alimentação. Pela fartura da ceia, ou pelo simples desligamento da rotina, os excessos ocorrem e as consequências aparecem nos quilinhos extras que surgem, além do inchaço e da conhecida “ressaca”.  Para evitar tais sintomas, o nutrólogo do Mater Dei, Ênio Cardillo, dá algumas dicas simples sobre o assunto:

Coma com calma!

Extravagância não faz mal para ninguém. Comer mais, eventualmente, não constitui problema. Contudo, em tempos de festas, recomenda-se moderação na quantidade de alimentos. As pessoas devem comer com calma. Com isto, evita-se o excesso.

Dê preferência para alimentos menos calóricos.
Devemos aumentar o consumo de frutas e hortaliças. Com isto, evitamos o excesso de alimentos com alto conteúdo calórico.
Comer muito e querer se “desintoxicar” depois não resolve.
Este conceito de “desintoxicação” é falso. As toxinas têm denominações específicas: toxina botulínica, toxina tetânica, etc. Não existe “intoxicação” com consumo excessivo de alimentos, a não ser que o alimento esteja deteriorado (estragado). Isto serve, também, para desmitificar a ideia de que o jejum desintoxica o organismo. Pergunta-se: Quais são as toxinas que são eliminadas pelo jejum? Ninguém responde esta pergunta.

Exagerou na alimentação?
Faça uma compensação comendo menos no dia seguinte, dando preferências a frutas e hortaliças.

Beba bastante água!

Ah! MUITO IMPORTANTE: mantenha-se hidratado. Geralmente, ingere-se pouco líquido durante as festas. É importante a ingestão de água constantemente, sobretudo se há consumo de bebidas alcoólicas. Tem-se a falsa noção que cerveja, por exemplo, mata a sede. Ocorre o contrário. Álcool é diurético, isto é, aumenta a perda de água pelos rins, o que pode levar à desidratação que é, além do cigarro, um dos fatores mais importantes desencadeadores da chamada “ressaca”.

Lembre-se, ainda, que no verão, sobretudo com o calor que está nos assolando, há muita perda de líquido pela transpiração, razão maior ainda para ingestão de muito líquido (não alcoólico, é claro).

 
 
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